Nº 03 — Composições
O repertório dele tem três origens, e vale separá-las. Há o que ele assina como autor — a marchinha que virou hino de torcida, o samba rubro-negro, a canção de escola. Há os encontros, gravados a quatro mãos. E há as regravações, canções de outros que ele levou para o disco e para o palco, cada uma com o autor ao lado. Onde a ficha técnica foi publicada, ela está inteira: arranjo, banda, estúdio, clipe e elenco de dança.
As que são dele — letra e melodia, ou co-autoria.
A marchinha nasceu para a Copa de 2018, numa versão com Armandinho Macedo. Ganhou videoclipe em novembro de 2022 e voltou a tocar na Copa de 2026, em releituras de Carla Visi e Edu Casanova e numa versão em frevo. Intérprete e autor: Rallie.
O samba rubro-negro. "Não é só música, é paixão", escreveu no lançamento.
Lançada em agosto de 2026. "Juntos sempre seremos mais fortes" — a leitura que um ouvinte deixou nos comentários e que ele não corrigiu.
Gravada em 32D — a tecnologia de espacialização que dá nome ao disco Imersão Eclética, apresentado como o primeiro CD físico brasileiro no formato.
O forró, gravado com o sanfoneiro Targino Gondim. Videoclipe lançado no clima de São João; ao vivo, já saiu também com Gel Barbosa.
Composição de Raimundo Lima para a escola.
Gravações a quatro mãos.
Um medley do cancioneiro angolano, gravado com Filipe Mukenga — o ícone da música de Angola. Muxima é coração em quimbundo.
Canção de Gilberto Gil, de Parabolicamará (1991), regravada em ritmo de toada pelos dois. Gil aparece no clipe.
Com o compositor angolano Filipe Zau — que três anos depois receberia, como ministro da Cultura de Angola, a comitiva brasileira em Luanda.
Canções de outros autores, gravadas ou levadas ao palco por ele.